Como pode o óleo virar sabão que tira óleo?
Uma faca bem afiada é (quase tudo) na cozinha, que a Shein não me ouça.
Toda família é em alguma medida disfuncional. E isso não é necessariamente ruim. Difícil é reconhecer.
Cresci ouvindo falar em inteligência emocional e estou envelhecendo sob a égide da inteligência artificial. Vamos ter inteligência emocional pra lidar com a inteligência artificial?
Não quero ver meus ídolos e entes queridos mortos “ressuscitados” pela IA. Só em sonhos e lembranças.
“Economia do cuidado.” Nada mais necessário atualmente. E não é sobre skincare.
A frase mais bacana que ouvi ultimamente foi:” a leitura é a coisa mais virtual que existe”. (Marcelo Tas)
A gente viaja pra ver que nossa casa é o melhor lugar que existe.
Meu olhar de turista mudou. Nas pomposas igrejas e monumentos vejo trabalho escravo, nos museus vejo pilhagem. Nos restaurantes, vaidades.
O trabalho escravo moldou e construiu nossa civilização. Ainda não conseguimos reconhecer e extirpar essa chaga.
“O verso, “Nada do que foi será do jeito que já foi um dia” está no modo mais acelerado do zap.
Vivemos de excessos. De muito e de pouco. O muito pode paralisar e o pouco impossibilitar.
Somos tóxicos. Com a gente, com o outro, com o mundo. Detox é…
Depois dos pets, o café virou o popstar das redes.
Vamos reconhecer ou voltar ao básico e ao óbvio e isso não é retrocesso.
Ser ou problematizar, eis a questão.