É consenso e motivo de admiração entre todos que conviveram com meu pai seu cabedal intelectual construído desde a tenra idade. E como colocava na vida e nas relações sua curiosidade infinita. Confesso que no meu momento atual, andava questionando com ele próprio esta nossa forma mental e intelectualizada de resolver as coisas e viver.… Continuar lendo Meu pai
Banco de escola e/ou banco de praça?
Dentro de um táxi ou “aplicativo” um dia desses: “olha só, fecharam a praça para reforma. Com tanta coisa pra gastar, vai gastar com praça”. Entre o que ouço por aí e o que eu elaboro, tem sempre um “delay” de alguns dias… Praças, muitas praças, cada vez mais praças… Nós e os candidatos principalmente… Continuar lendo Banco de escola e/ou banco de praça?
Manifesto da maturidade
A maturidade não aceita “apertamentos”. Roupas apertadas, sapatos apertados, lingerie apertada… Relações apertadas, regras apertadas. Na juventude a gente contesta os limites, mas vivemos neles pra pertencer Na maturidade nos pertencemos e quem quiser que nos aceite… Se estamos apertadas, espremidas, é porque não maduramos. “Cair de maduro” é soltar as rédeas dos controles, se… Continuar lendo Manifesto da maturidade
Giramundo
a gente acha que vai morrer se ficar um dia sem comer um dia sem tomar banho um dia sem internet e redes sociais um dia sem opinar um dia sem julgar mas passamos dias sem tomar sol sem dormir sem agradecer sem silenciar e o mundo continua a girar
Vazios
(Resgatando este texto. Pra ficar registrado por aqui e porque sim, tá valendo…) Gosto de ver espaços vazios. Uma prateleira vazia no armário ou na despensa, um espaço no estômago, no coração, na mente. (Sei que soa hipócrita ou demagógico partindo de quem vive no excesso, diante dos que sofrem com privações de toda… Continuar lendo Vazios
Crônicas
Adoro crônicas. Acho que é minha leitura preferida. E temos autores fantásticos, tanto antigos como novos. A crônica fotografa e amplifica situações do cotidiano aparentemente banais, e, usando uma palavra da moda, ressignifica estes eventos que costumam passar batido aos nossos olhos e sentidos dispersos e ocupados. Estes dias tive a sorte de ler duas… Continuar lendo Crônicas
Puxando pela memória
Outro dia li ou ouvi uma dica interessante a respeito de “cuidar da memória”, (quem na minha idade não quer né?), que nos orientava a sempre antes de dormir lembrar de tudo o que fizemos no dia, mentalmente mesmo. Não vale ser genérico: malhei, trabalhei, almocei, trabalhei, jantei, li jornal, dormi, isto é, cumpri a… Continuar lendo Puxando pela memória
Uma vez mãe…
Nada me entristecia mais como mãe do que ver meus filhos brigando. Me sentia incompetente, incapaz, infeliz… A minha geração cresceu com aquela imagem dos comerciais de margarina, todos alegres logo cedo em volta da mesa, e sendo servidos pela sorridente mãe. (não vou aqui discutir patriarcado). Meus filhos cresceram, de alguma forma se resolveram,… Continuar lendo Uma vez mãe…
Vida: mudança e movimento
No nosso mundo ainda cartesiano, binário e maniqueísta estamos sempre compartimentando e rotulando as coisas. E, como sempre, viajo no meu “achismo sociológico” para divagar sobre o “alternativo” e o “convencional”, neste meu espaço de transbordamentos e maquinações. Estamos acostumados a nos enquadrarmos em parâmetros, sejam familiares, educacionais, de saúde, profissionais, de sucesso, de relacionamentos,… Continuar lendo Vida: mudança e movimento
Vive-se ou milita-se?
Há uns dias atrás, postei uma pergunta provocativa no Instagram: vive-se ou milita-se? Neste mundo cada vez mais complexo, somos diariamente colocados em modo confronto, ou temos, a todo momento, que fazer escolhas que vão impactar o mundo, a cidade e a nós mesmos. Vivemos em militância, na vida real e na vida virtual. E… Continuar lendo Vive-se ou milita-se?