Adoro crônicas. Acho que é minha leitura preferida. E temos autores fantásticos, tanto antigos como novos.
A crônica fotografa e amplifica situações do cotidiano aparentemente banais, e, usando uma palavra da moda, ressignifica estes eventos que costumam passar batido aos nossos olhos e sentidos dispersos e ocupados.
Estes dias tive a sorte de ler duas crônicas e um mesmo tema, dois olhares, sentimentos e lições sobre um melancólico evento doméstico.
Quem viveu no tempo em que bebíamos leite, ou pelo menos o leite de verdade, sabe do que eles estão falando, e quem já nasceu sob a égide do “leite” encaixotado pode se deleitar da mesma forma.
Convido vocês então a lerem, mesmo em tempo de Copa, (ou salvem pra outra hora), estas crônicas com visões distintas sobre o fatídico “leite derramado”. Valem a pena
Vamos lá:
https://www.livrariacultura.com.br/revistadacultura/reportagens/inacreditavel-leiteira
https://www.asomadetodosafetos.com/2013/01/o-leite-so-ferve-quando-voce-sai-de-perto.html
Lindas as crônicas. E o caminhãozinho de entrega do leite me faz lembrar do sobrinho que, no alto da rua onde morava, abriu a torneira do caminhãozinho e o leite veio derramando por todo o morro. O pai teve que pagar por todo o conteúdo derramado pelo sobrinho arteiro.
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