A maturidade não aceita “apertamentos”.
Roupas apertadas, sapatos apertados, lingerie apertada…
Relações apertadas, regras apertadas.
Na juventude a gente contesta os limites, mas vivemos neles pra pertencer
Na maturidade nos pertencemos e quem quiser que nos aceite…
Se estamos apertadas, espremidas, é porque não maduramos.
“Cair de maduro” é soltar as rédeas dos controles, se jogar, se espatifar talvez
Por isso ficamos ridículas às vezes, reclusas outras, gulosas ou espartanas
alegres ou deprimidas
mas sem ter que dar explicações, nem vem…
Chega de explicar, justificar, dizer que tem ou que não tem.
É hora do tudo ou nada, soltar as bruxas…
do ser,
mesmo sem certeza.
Certeza pra quê mesmo?
Exatamente isso…muito bem colocado!
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