Sempre tive uma relação forte com caligrafias. Durante minha vida escolar, ter uma letra bonita era uma busca. Fazia trabalhos em papel almaço (os mais jovens, deem um Google), e me preocupava mais com a letra e o visual final do que com o conteúdo. Imitava letras, achava engraçado pessoas que usavam um círculo na… Continuar lendo Réquiem da caligrafia
É proibido sentir?
Somos seres, além de racionais, sencientes, parece óbvio dizer isto, mas hoje talvez não seja. Suspeito e tenho visto mais a troca do nosso arsenal de sentimentos pela indignação pura. Ela é acionada de fora pra dentro a todo instante pelos fatos e notícias infinitas que chegam, acontecem e procuramos, nos chocam ou nos deixam… Continuar lendo É proibido sentir?
Malas
Sempre que planejo viajar, me pego com preguiça de fazer as malas. (Quem não?) Talvez porque fazer malas tenha um significado: escolher o mínimo para nosso conforto, é lidar com a insegurança de não saber se estaremos de acordo com o lugar, é desapegar nem que seja por um período, do atulhamento de nossas vidas… Continuar lendo Malas
É cor de Rosa Choque? (Rita Lee)
Arames Bojos Enchimentos Espartilhos 2.0 Empinam roupas Escondem formas torturam Nossos grilhões (agora consentidos) perduram
Domingueira
O que há de mais natural, barato e restaurador: sentar e respirar. Já tentou? Give yourself a gift Close your eyes for a while Gently… Take a breathe, and be present Just that What a simple and nice gift!
Pouco é sempre falta?
Tem um movimento interessante e necessário ganhando força atualmente: o minimalismo (lowsumerism). Já há documentários na Netflix a respeito (Minimalism, The True Cost), e várias jovens Youtubers divulgando e praticando. Mais um “ismo” modinha? Não sei. De qualquer forma, faz sentido. Somos educados pra fartura. Mesmo quem tem pouco acesso ao consumo, tem em mente… Continuar lendo Pouco é sempre falta?
Domingueira
Em tempos de tantos embates, polêmicas e problematizações. Pra hoje, fechando o fim de semana, temos: A chuva deu o ar da graça. A Terra ainda é redonda. E rir ainda é o melhor remédio.
Invisibilidades
No meu bairro tem um “mendigo” conhecido e inofensivo que perambula pelas ruas com a sujeira peculiar do morador das ruas, mas que conquistou a empatia das pessoas, que lhe dão alimento vez por outra na porta da padaria, ainda que ele não peça. Ele não fala nada, não resmunga, não aborda nem interage com… Continuar lendo Invisibilidades
Transbordando
Este é um espaço para transbordamentos. Às vezes tiro a boia que controla o excesso, e transbordo alguns olhares, divido impressões e experiências, desta vida anônima, pacata e privilegiada. Inauguro assim, este blog pessoal, sem pretensões, qual um diário sem chaves.